Somos uma consultoria em desenvolvimento regenerativo e uma escola de pensamento ecológico.

Um método de gestão de projetos para a transformação sistêmica

O desenvolvimento regenerativo é sobre ganharmos as capacidade de sermos catalisadores da evolução local. É sobre assumir o nosso papel de liderança para a transformação sistêmica.

Em 2020 ofereceremos o curso em Uberlândia, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

Saiba mais.

Desenvolvimento Regenerativo
— o que é?

É um método de planejamento e execução de projetos capaz de realizar potenciais regenerativos ao conciliar as aspirações das pessoas com a essência do lugar. Assim, somos capazes de aliar o desenvolvimento socioeconômico com a preservação e regeneração dos ecossistemas que suportam a vida no planeta. Criamos projetos prósperos e duradouros capazes de recuperar a saúde das comunidades humanas e dos ecossistemas em que elas fazem parte.

SAIBA MAIS

Este não é um grupo comum

Os participantes não conseguem enviar mensagens, apenas os administradores podem postar. Criamos este espaço para aqueles que desejam acompanhar o nosso trabalho em primeira mão, sem filtros, de forma direta e essencial.

Inspire-se

Este livro é um convite à transformação — um choque consciente com o objetivo de inspirar mudanças rumo a uma cultura de cocriação com a inteligência da vida.

Este é um compilado de pequenos textos. Nestas palavras eu honro o chamado de Gaia e celebro a liderança regenerativa. Mas, ainda mais forte, eu celebro você e a sua capacidade de transformar realidades.

Compre no site da editora.

#6 Crise e regeneração | com Eduard Muller

Ouça em outro app.

Eduard Muller (Costa Rica) é fundador e diretor da Universidad para la Cooperación Internacional (UCI) e um agente ativo para a regeneração global. Movimenta o Hub Regenerativo da Costa Rica, participa da Regenerative Communities Network (Capital Institute) e é membro da comissão de Desenvolvimento Regenerativo do Commonwealth Institute (Inglaterra). Recentemente lançou o Certificado em Empreendedorismo Regenerativo pela UCI juntando importantes nomes em um mesmo curso. Nesta conversa Eduard explorou a interface entre crise e regeneração.

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Investimento regenerativo

Investimento regenerativo

Todo trabalho que realizamos mobiliza um esforço. Este esforço é um investimento, é um aporte de energia em algo do qual esperamos obter um retorno futuro. Este “algo” que criamos com um investimento, envolvendo dinheiro ou não, pode ser chamado de ativo.

A permacultura nos ajuda a entender estes investimentos a partir de três categorias. A primeira é o investimento degenerativo. Assim que o investimento foi feito o ativo criado começa a se deteriorar. Para que este se mantenha funcional é necessário um aporte contínuo de novos investimentos. Além disso, esses ativos comprometem a saúde local ao criar benefícios de curto prazo através da extração e esgotamento dos recursos do sistema. Em outras palavras: o sistema como um todo é empobrecido e o valor gerado pelo ativo sempre está em decadência. Exemplos disso são carros, estradas e prédios. Apesar de necessários, se tivermos um excesso desses “ativos” em um projeto ou região estes irão empobrecê-lo a longo prazo. Ao final o recurso investido é degenerado, ou seja, não retorna.

A próxima é o investimento generativo. Neste tipo de investimento você coloca o recurso em uma atividade e obtém um retorno proporcional ao investimento feito. A agricultura anual se comporta desta maneira. Após todo o investimento inicial você recebe o benefício da colheita mas retorna ao ponto de partida. Para que esta atividade gere mais recursos ou benefícios é necessário um novo investimento semelhante ao anterior. Isto é um investimento generativo: você coloca recurso, você retira, e então está no mesmo lugar de onde partiu.

Outra forma de entender os investimentos generativos é que estes nos permitem economizar recursos e necessitam de pouca manutenção ao longo do tempo. Estes ativos necessitam de um investimento inicial, não nos oferecem um lucro direto mas economizam mais energia em seu ciclo de vida do que foi necessário para criá-lo. As ferramentas são bons exemplos: elas facilitam e otimizam as nossas atividades e podem ser utilizadas para criar coisas úteis e até mesmo consertar outras ferramentas. Placas solares e biodigestores também são exemplos de investimento generativo pois economizam ou geram mais energia do que foi necessário investir para obtê-la.

O terceiro tipo é o investimento regenerativo. A sua principal característica é que ele melhora e aumenta o seu valor ao longo do tempo. Um bom exemplo é uma árvore ou uma agrofloresta. Com o passar do tempo a manutenção diminui enquanto a colheita aumenta. Em um dado momento o retorno é muito maior do que o investimento inicial. Este é o tipo de investimento que queremos maximizar em nossos projetos. São investimentos que geram benefícios crescentes a longo prazo.

Em projetos de base territorial ou em organizações o Desenvolvimento e Design Regenerativo (DDR) gera valor ao criar uma rede de cooperação em que cada membro pode desempenhar o seu maior potencial a partir de uma direção regenerativa comum. Com o passar do tempo o entendimento da dinâmica socioecológica aumenta, os laços são fortalecidos, a motivação e espírito local é elevada e o retorno social, econômico e ecológico supera em muito o investimento inicial.

Investimentos degenerativos são necessários em muitas ocasiões. Porém, ao colocá-los a serviço de uma atividade fundamentada em um investimento regenerativo conseguimos fazer com que o ativo que se deteriora ajude a gerar valor crescente a longo prazo. Ao equilibrar estes tipos de investimento conseguimos gerar riqueza e saúde social e ecológica.

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Da história da separação à história do interser

Da história da separação à história do interser

[Este texto é parte do material de apoio da jornada Em busca da Visão – propósito pessoal a serviço de Gaia cuja versão online será lançada no começo de 2020]

“O mundo hoje, globalizado, tecnocrático, pragmático e vertiginoso, sofre de uma sequência acumulada de crises cada vez mais agudas que, no fundo, são a expressão de uma crise geral ou estrutural, uma crise de civilização.” — Victor Toledo e Narciso Barrera-Bassols

Da sociedade de crescimento industrial à sociedade que sustenta a vida, do Antropoceno ao Ecozóico, da consciência ego-sistêmica à consciência eco-sistêmica… Através de todas essas formas de contar a história da transição que vivemos hoje vemos a necessidade de superação da história da separação pela história do interser.

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Posted by Juliana Diniz in Artigo, 0 comments
O que é a vida? — Uma comunidade regenerativa

O que é a vida? — Uma comunidade regenerativa

Escrito por Daniel Christian Wahl e traduzido por Felipe Tavares.

A vida — como um processo planetário — é uma comunidade regenerativa! Nas palavras de Janine Benyus: “A vida cria condições propícias ​​à vida”.

Para mim, a palavra “regenerativo” refere-se à capacidade inerente da vida de expressar a essência única de cada lugar através de diversidade elegantemente adaptada. Essa diversidade não apenas muda constantemente e evolui para níveis mais altos de complexidade e colaboração, como também contribui para tornar o local mais abundante, vibrante e favorável a mais vida ao longo do tempo.

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Posted by Felipe Tavares in Artigo, 0 comments

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